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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ex-preparador físico do Sport rebate críticas ao seu trabalho


O condicionamento físico do time do Sport está sendo motivo de muita polêmica. Depois do empate diante do Santo André, o técnico Geninho soltou o verbo. O treinador disse que os jogadores estão morrendo no segundo tempo de jogo. O preparador físico Mário Sacramento, que esteve na comissão técnica do Sport na passagem de Toninho Cerezo, não gostou de ter seu trabalho criticado e questionado por técnico Geninho e pelo preparador físico Ridênio Borges. De acordo com Sacramento, houve falta de ética nas declarações e só se falou do cansaço dos atletas rubro-negros quando o time apresentou resultados negativos.

Mário Sacramento disse assim: “Já trabalhei com Geninho duas vezes no Vitória, não sei se ele lembra. Trata-se de um grande profissional. Fico muito surpeso em saber que ele está falando isso. Contra o Figueirense o Sport ganhou de virada. Contra o São Cetano também ganhou. Ele só veio falar isso agora no empate? Só detectou isso agora? É muito estranho isso. Porque ele não falou isso antes?”, questionou o ex-preparador físico rubro-negro.

“Quando cheguei, o time não estava bem fisicamente. Não foi culpa do Wellington Vero (preparador físico da época de Givanildo Oliveira). Não tem como conseguir fazer um bom trabalho com o pouco tempo que ele teve. Quando cheguei no Sport, detectei que faltavam algumas qualidades fisicas. Trabalhamos em cima disso. Na minha concepção, deixei o grupo com 70% do seu condicionamento. O elenco estava numa crescente. Gostaria de saber que somatória de fatores ele (Geninho) tem pra falar isso. Se ele fez avaliação, ou foi só ‘olhômetro’. Deve existir um pouco de ética das pessoas. Da minha boca você jamais vai ouvir eu falar de fulano ou sicrano. A pessoa tem que ter uma real consatatação para poder falar isso”, opinou.

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