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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Náutico luta até o fim, mas fica no empate em 1 x 1 com a Ponte Preta




O Náutico ficou no empate em 1 x 1 com a Ponte Preta, nesta terça-feira, no estádio dos Aflitos, pela 35a rodada do Brasileiro da Série B. O resultado não foi nada bom para o Timbu, que continua colocado à zona de rebaixamento - com 42 pontos, está a apenas dois do Brasiliense, primeira equipe do Z4. A equipe candanga, por sinal, que é o próximo adversário os alvirrubros. Sábado, na Boca do Jacaré, os pernambucanos farão uma verdadeira final de campeonato.

O empate era um resultado mais do que satisfatório para a Ponte Preta. E isso ficou claro desde o início do jogo. A postura da Macaca sempre foi segurar o Náutico. O técnico Givanildo Oliveira armou um meio-campo só com volantes para primeiro marcar o Timbu e só depois sair no contra-ataque. Assim, a equipe alvirrubra até mantinha a posse de bola, mas tinha dificuldades para sair jogando.

Com o claro objetivo de se defender, as coisas ficaram perfeitas para a Ponte quando, aos 10 minutos, Bruno Collaço cobrou falta da direita e abriu o placar para os visitantes. Ao contrário de outras oportunidades, porém, o Náutico não sentiu tanto o gol e foi em busca do empate que veio aos 20 minutos. Jeff Silva cruzou e a bola bateu na mão do zagueiro da Macaca dentro da área. Pênalti. Bruno Meneghel, que havia desperdiçado uma cobrança contra o Icasa, bateu e fez 1 x 1.

O gol acendeu a equipe do Náutico, que partiu com tudo em busca da virada. E se o jogo havia chegado a esta altura sem tantas oportunidades, após o empate o Timbu desperdiçou duas chances de marcar. Enquanto isso, a Ponte continuava marcando e esperando para sair nos contra-ataques. Não teve sucesso muito em parte pela boa atuação da zaga alvirrubra.

No final do primeiro tempo, as coisas ficaram mais difíceis para o Náutico. Nilson era o último homem quando fez falta em Souza, na entrada da área. Acabou sendo expulso. Na base da vontade, o Timbu não deixou que a desvantagem numérica fizesse a diferença. Igualou o jogo e até fez pressão na Ponte Preta.

Pressão que foi mantida no segundo tempo. A diferença agora era que a Ponte encontrou mais espaço para jogar, passando a atacar mais do que na etapa anterior. A boa atuação da zaga alvirrubra no jogo, porém, garantia lá trás. Na frente, o Timbu continuava se superando e até criando chances mesmo com um jogador a menos.

O gol, porém, demorava a sair, embora o Náutico merecesse. Aos 30 minutos, os jogadores alvirrubros já davam sinais de que estavam sentindo o cansaço. A Ponte aproveitava e passou a chegar com perigo ao gol de Bruno, desperdiçando chances de de marcar. Aos 43 minutos, o atacante Falcão perdeu o gol mais feito de toda a partida. Sozinho, já sem goleiro, ele chutou para fora, para alívio da torcida alvirrubra. Embora tenha persistido e lutado muito, o Timbu não conseguiu a vitória de que tanto precisava.

Náutico
Bruno; Flávio, Wescley, Wálter e Jeff Silva (Emanuel); Nilson, Ramirez, Élton (Edinho) e Erick Flores; Geílson (Thiaguinho) e Bruno Meneghel. Técnico: Roberto Fernandes

Ponte Preta
Gilvan; Eduardo Arroz, Diego Jussani, Naldo e Bruno Collaço; Guilherme, Josimar, Souza e Jonata Escobar (Pirão); Reis (Daniel Lovinho) e Pablo Escobar (Falcão). Técnico: Givanildo Oliveira

Local: Aflitos. Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ). Assistentes: Griselildo de Souza Dantas (PB) e Fábio Pereira (TO). Gols: Bruno Collaço (aos 10 minutos do 1T), Bruno Meneghel (aos 20 minutos do 1T). Cartões amarelos: Josimar, Eduardo Arroz, Bruno Collaço, Jonata Escobar, Naldo, Diego Jussani, Souza, Gilson (P), Flávio, Erick Flores, Wescley (N). Cartão vermelho: Nilson (N) Renda: R$ 56.805 Público: 13.220.

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