MOZART VIEIRA E BILLY SANTOS NO TOK DE BOLA

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Tricolores aguardam Victor Hugo

Foi grande a repercussão da matéria publicada ontem pelo Superesportes que revelou a existência de um pré-contrato do meia Victor Hugo com o Santos. O diretor de futebol Nevton Borba solicitou uma entrevista coletiva para falar sobre o assunto e voltou a afirmar que tentou, sem sucesso, a renovação do contrato com os representantes do jogador. No entanto, admitiu que diante da afirmação da existência do pré-contrato entre o jogador e o Peixe, o Santa Cruz pode apenas aguardar uma decisão do atleta.

A permanência no Arruda, no entanto, só seria possível caso os representantes do atleta e do clube paulista entrassem em um acordo. Segundo informações de uma fonte ligada ao clube, a multa estipulada para o caso do não-cumprimento do pré-contrato, por qualquer uma das partes, seria de R$ 6 milhões. "Se ele assinou esse pré-contrato, eu não posso desfazer. Victor Hugo é que teria que fazer isso", lamentou.

De acordo com Nevton, porém, as negociações para a permanência de Victor Hugo no Arruda ainda não estão encerradas. "Pra mim, estamos em processo de negociação ainda. Aguardamos o empresário para negociar", destacou. "Agora, se ele tem um pré-contrato e não quer ficar no clube, não podemos forçá-lo. Depende da vontade pessoal de Victor Hugo", completou.

Na entrevista, o diretor reafirmou o que havia sido publicado anteriormente, ao dizer que o clube chegou a marcar algumas reuniões com representantes do jogador no intuito de propor os termos para uma possível renovação contratual. "Marcamos uns cinco encontros, mas eles (os representantes de Victor Hugo) nunca compareceram. Nós acolhemos o garoto quando ele saiu do Náutico, com problemas", lembrou, sem entrar em maiores detalhes.

Reforços
- Ontem foram apresentados ainda os meias Juninho e Silas. Nevton explicou que a dupla chega para ser observada durante a Copa Pernambuco, mas adiantou que a permanência dos atletas dependerá do interesse da próxima gestão. O dirigente revelou ainda ter tentado trazer Juninho desde o início da temporada, mas que a negociação não foi aprovada por Raimundo Queiroz, que na época comandava o futebol coral. Segundo Nevton, mais tarde, no início da Série D, teria sido a vez de o técnico Givanildo Oliveira rejeitar o retorno do meia.

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